Especialista em Coluna: "A Verdadeira Razão Pela Qual a Sua Dor Nas Costas Continua a Voltar"
Cara amiga, caro amigo, que vive com dor lombar crónica,
Se tem mais de 55 anos,
Passa horas sentada(o) na maioria dos dias,
E vive com aquela pressão pesada e dolorosa na zona lombar e nas pernas…
Se já lhe disseram as palavras "estenose espinhal", "ciática" ou "L4/L5" e saiu da consulta com mais medo do que respostas…
E se já experimentou cinta atrás de cinta, almofada atrás de almofada, e nada disso tocou realmente na dor…
Então preciso que leia os próximos minutos com atenção.
Porque eis o que quase ninguém lhe diz:
A dor não é aleatória.
É mecânica.
E tem uma solução específica que quase ninguém está a aplicar corretamente.
Chamo-me Dra. Helena Campos
Passei 22 anos em medicina física e reabilitação.
As minhas doentes são quase sempre o mesmo perfil.
Cinquenta, sessenta, por vezes mais novas.
Pressão lombar crónica que ninguém conseguiu resolver.
Muitas vezes estenose espinhal, ciática, ou desgaste em L4/L5 — as duas vértebras que suportam o maior impacto de tudo o que fazemos de pé.
E quase todas já experimentaram alguma coisa.
Uma cinta. Uma almofada. Fisioterapia. Injeções.
Quase nenhuma encontrou alívio duradouro.
Durante anos assumi que era apenas assim que a dor lombar crónica funcionava.
Depois comecei a prestar mais atenção a porque o alívio nunca durava.
O PADRÃO QUE CONTINUAVA A VER...
Eis o que a estenose espinhal e a ciática realmente são, em termos simples.
O espaço à volta dos nervos na zona lombar estreita-se.
Esse estreitamento pressiona as raízes nervosas.
Essa pressão é o que envia a dor aguda e ardente a descer pela perna — o que a maioria das pessoas chama ciática.
Em L4/L5, a carga é pior. É o nível que suporta mais peso quando se senta, está de pé, se curva ou caminha.
A maioria dos tratamentos tenta gerir a dor. Quase nenhum aborda a pressão mecânica que a está a causar.
Os analgésicos mascaram o sinal.
As injeções acalmam a inflamação temporariamente.
Alongar relaxa os músculos à volta, mas não faz nada para retirar a carga da própria articulação.
A única coisa que realmente muda a pressão na origem é retirar a carga da coluna lombar e estabilizar a bacia.
A base sobre a qual tudo o resto assenta.
E quase nada do que é vendido às doentes faz isso corretamente.
OS 4 SUPORTES PARA AS COSTAS QUE NUNCA DARIA A UMA DOENTE
Eu sei. Toda a gente a compra. Parece simples, é barata, e pode apertá-la à volta da cintura.
E essa parte parece inteligente. Mas eis o problema.
Continua a ser apenas compressão.
Aperta as costas, e depois mantém-nas apertadas exatamente na zona onde a pressão já se acumula. O dia inteiro.
Não retira a carga da zona lombar. Segura-a.
Espeta-se no estômago, por isso passa o dia a ajustá-la, a afrouxá-la, a mexer nela.
E por mais que a aperte, não há apoio real para a bacia.
Por isso, se tem dor lombar, a pressão volta sempre.
Aquele que metade da internet parece estar a comprar. Leve, familiar, já o viu em centenas de anúncios.
Mas um corretor de postura puxa os ombros para trás.
A sua zona lombar quase não recebe nada.
Sente que está a fazer algo. Entretanto, a zona L4/L5, exatamente onde vive a sua pressão, continua a carregar o mesmo peso que carregava ontem.
E os músculos da sua zona lombar têm de continuar a trabalhar durante horas para manter tudo unido.
Senta-se, mas as suas costas continuam a trabalhar um turno completo.
É por isso que já está tensa e a arder muito antes de o dia terminar.
Aquela barata que tanta gente ainda encomenda online. Parece normal. Custa quase nada.
E é exatamente por isso que o engana.
É uma almofada macia atrás das costas. Feita para todos.
Quando se senta, a sua coluna continua a afundar-se na cadeira. A sua bacia continua a inclinar-se para trás. A sua zona lombar continua a arredondar-se, hora após hora.
Uma almofada feita para todos não apoia ninguém.
Aquela rígida e volumosa.
Esta é a que verdadeiramente me parte o coração. Porque é o que as pessoas compram quando finalmente chegam ao limite e querem que a dor pare. Gastam dinheiro a sério nela.
Mas obriga o corpo a uma única forma rígida.
E é simplesmente demasiado rígida. Pressiona as costelas e o estômago. Sobe sempre que se senta ou se mexe.
A maioria das minhas doentes deixa de a usar ao fim de poucos dias.
E depois culpam as próprias costas. Nunca a cinta.
O QUE OS QUATRO TÊM EM COMUM
Eis o padrão naquela caixa, e é a coisa mais importante desta carta:
A maioria dos suportes para as costas não retira a pressão da sua zona lombar.
Mantêm-na(o) exatamente na posição que continua a criar a pressão, para começar.
Esse é todo o problema numa frase.
Comprimem onde já está comprimida(o). Puxam pelos ombros em vez de apoiar pela bacia. Acolchoam a cadeira em vez de segurar o corpo. Prendem-na(o) rígido em vez de a(o) apoiar durante o movimento.
E todos eles ignoram a única zona que realmente importa.
A ÚNICA ZONA QUE CONTINUA A SOFRER A PRESSÃO
Quando se senta, está de pé, ou caminha, há uma zona do seu corpo que continua a absorver a carga.
É o local onde a base da coluna encontra a bacia.
Pense na sua zona lombar como uma ponte suspensa.
Quando é jovem, essa ponte é estável e equilibrada. A coluna, as ancas, a bacia e os músculos estabilizadores profundos partilham a carga, como cabos fortes que mantêm tudo no lugar.
Mas depois de anos a levantar peso, a estar sentado, a curvar-se e a forçar apesar da dor, o apoio começa a falhar.
A bacia torna-se instável. A zona lombar comprime-se. Os nervos ficam irritados.
As suas costas começam a mover-se como uma ponte velha, com cabos soltos e uma base instável.
Por volta dos 50, avisa-a(o) com rigidez matinal.
Por volta dos 60, sentar-se, estar de pé, curvar-se ou caminhar pode enviar aquela linha aguda a descer pela perna.
E eis a parte que importa:
Se não apoiar essa zona corretamente, a sua zona lombar tem de fazer o trabalho o dia inteiro.
Cada hora que está sentada(o). Cada passo que dá. Cada vez que se levanta de uma cadeira.
Esse é o turno diário do qual a sua zona lombar nunca sai.
E nenhum dos quatro suportes na minha caixa estava a ajudar com isso.
A DOENTE QUE MUDOU A FORMA COMO PRESCREVO
Chamava-se Diana. Cinquenta e oito anos. Secretária de escola durante vinte e sete anos.
Entrou numa terça-feira de manhã a carregar um saco de compras, porque lhe tinha pedido para trazer tudo o que já tinha experimentado.
Lá dentro estavam três suportes para as costas. Uma cinta elástica. Um corretor de postura. E uma almofada lombar ainda na embalagem original.
Mas a Diana não queria falar sobre os suportes.
Baixou-se para a cadeira da forma como as minhas doentes fazem, com uma mão a agarrar o braço da cadeira, e disse algo em que penso quase todas as semanas desde então.
"Aguento os dias porque tenho de aguentar," disse ela. "Mas as noites nunca me devolvem nada."
Depois contou-me tudo. E já ouvi alguma versão disto de uma centena de mulheres desde então.
O despertador tocava às seis. Sentava-se na beira da cama durante alguns minutos antes de as pernas a levarem, porque levantar-se depressa demais enviava aquela linha de fogo diretamente pela parte de trás da coxa.
Fazia café com uma anca encostada ao balcão para se apoiar.
Sentava-se numa secretária durante sete horas, mexendo-se a cada poucos minutos, nunca confortável em nenhuma delas.
Conduzia para casa com uma mão no volante e a outra pressionada contra a zona lombar em cada sinal vermelho.
E às quatro da tarde as costas dela estavam esgotadas. Não doridas. Esgotadas.
Adormecia por volta das dez, de puro cansaço.
E acordava às duas. Não devagar. De repente. Aquela dor profunda na parte baixa das costas, e o ardor a descer pela perna.
Ficava completamente imóvel, porque mexer-se piorava tudo, e porque mexer-se acordaria o marido.
Às três desistia e mudava-se para a poltrona reclinável na sala. Havia um cobertor no braço dela. Mantinha lá um cobertor há anos.
E sentava-se no escuro a fazer as contas. Três horas até ao despertador. Depois duas. Depois deixava de importar.
Depois o despertador tocava.
E recomeçava o dia todo com três horas de sono, com umas costas que nunca tiveram oportunidade de recuperar do dia anterior.
Essa era a vida dela. Todos os dias a sobrecarregar um pouco mais a zona lombar. Todas as noites a falhar em aliviar qualquer parte dessa carga.
Mas a parte que ficou comigo não foi a dor, nem foi o sono.
Foi aquilo a que ela tinha silenciosamente desistido.
Tinha deixado de ir aos jogos de futebol da neta ao sábado. Não porque não conseguisse sentar-se numa cadeira dobrável. Porque ao sábado de manhã simplesmente já não lhe restava nada.
Tinha deixado de se encontrar com as amigas para jantar.
Tinha deixado de aceitar convites com mais do que alguns dias de antecedência, porque nunca sabia que tipo de semana as costas lhe iam dar.
"Já não tenho dias maus," disse-me ela. "Tenho apenas dias."
Essa é a parte de que ninguém fala…
O QUE ACONTECEU A SEGUIR
Agora deixe-me contar-lhe o que aconteceu à Diana.
Foi uma das primeiras doentes a quem dei um CoreVita.
Disse-lhe exatamente o que digo a todas.
Use-o em baixo, à volta da bacia, não em cima, à volta da cintura.
Aperte os dois lados de forma igual.
Use-o durante o seu dia de trabalho, não à noite.
E dê-lhe seis a oito semanas antes de decidir seja o que for.
Ligou-me no dia 16.
A mensagem tinha quatro palavras.
"Dormi até às sete."
Veio três semanas depois, e chorou no meu consultório.
Não por causa da dor.
Chorou porque se tinha esquecido do que era abrir os olhos e não começar imediatamente a contar as horas que tinha perdido.
Eis o que realmente mudou para ela, e é mais simples do que as pessoas esperam.
A zona lombar dela estava finalmente a ser apoiada ao longo do dia, em vez de carregar sozinha todo o peso desde o momento em que se levantava.
Por isso não chegava às dez da noite já sobrecarregada.
A pressão tinha para onde ir, além de se acumular na noite e na manhã seguinte.
O turno diário tinha terminado.
Por isso a noite finalmente pôde ser uma noite.
E assim que as noites voltaram, os dias também mudaram.
Já não começava cada dia três horas atrasada.
Quatro meses depois enviou-me uma fotografia tirada à margem de um campo de futebol.
Uma cadeira dobrável. Um impermeável.
A neta a meio de uma corrida ao fundo.
Essa fotografia está agora na secretária do meu consultório.
SE ESTÁ A LER ISTO ÀS DUAS DA MANHÃ
Estou a contar-lhe sobre a Diana por uma razão.
Se está a ler isto numa cadeira da sua sala neste preciso momento,
porque deitar-se deixou de funcionar há muito tempo, então já sabe tudo o que acabei de descrever.
Conhece aquele teto. Conhece aquela hora exata.
Conhece a almofada que já experimentou debaixo dos joelhos, e a posição que costumava ajudar e já não ajuda.
Sabe o que é aguentar um dia inteiro só com força de vontade, e depois não receber nada em troca.
E conhece os planos que silenciosamente deixou de fazer, porque não consegue prometer a ninguém que tipo de semana as suas costas lhe vão dar.
Não é fraca(o). Não está a falhar.
A sua zona lombar tem carregado o peso sozinha, o dia inteiro, todos os dias.
E umas costas que nunca são apoiadas durante o dia não se desligam simplesmente quando se deita.
Precisam de apoio.
Em baixo, à volta da bacia.
Na única zona que tem sofrido a pressão este tempo todo.
Foi tudo o que a Diana precisou.
Demorou quatro anos e três suportes num saco de compras a encontrá-lo.
Não tem de lhe demorar tanto tempo.
O QUE UM APOIO REALMENTE TEM DE FAZER
Assim que compreendi o padrão, soube exatamente o que procurava.
Um apoio que realmente ajuda tem de fazer três coisas ao mesmo tempo:
Não em cima, à volta da cintura, como uma cinta comum. Em baixo, onde a coluna encontra as ancas. É aí que a carga tem de ser retida.
Não uma compressão genérica. Alívio direcionado na zona lombar, para que a pressão seja libertada em vez de retida.
Nem demasiado macia, como uma almofada. Nem demasiado rígida, como uma cinta dura. Firme o suficiente para segurar, confortável o suficiente para que uma pessoa real a use mesmo ao longo de um dia real.
Falhe mesmo só um destes, e tem mais um suporte para a caixa.
É por isso que a cinta elástica falha. (Compressão, mas sem apoio pélvico.)
É por isso que o corretor de postura falha. (Puxa os ombros, ignora a zona lombar.)
É por isso que a almofada falha. (Acolchoamento macio, sem estabilização.)
É por isso que a cinta rígida falha. (Apoio, mas demasiado difícil de aguentar.)
Precisa dos três. Ao mesmo tempo. Na posição certa.
Procurei durante dois anos. Nada no mercado fazia os três.
Depois uma colega enviou-me algo.
O CIRURGIÃO QUE CONSTRUIU O QUE EU PROCURAVA
Chama-se Dr. Tiago Marques. Um especialista em coluna com 31 anos de experiência e mais de 4.500 cirurgias à coluna.
Ele não pretendia criar um produto. Pretendia ajudar a mulher.
A Sandra trabalhou num supermercado durante 24 anos. A levantar caixotes, a reabastecer prateleiras, de pé em chãos duros.
No final, não conseguia estar de pé ao lavatório sem se segurar a ele.
Ele tentou tudo o que a sua profissão tinha para oferecer.
Fisioterapia a 50€ a sessão, com um alívio que durava tanto quanto a viagem de carro até casa.
Injeções que disfarçavam a dor enquanto as costas dela continuavam a piorar.
Um cirurgião que queria submetê-la a um procedimento que custava dezenas de milhares de euros.
Por isso passou 13 meses e gastou 35.000€ das poupanças do casal em estudos, investigação privada e dados clínicos sobre carga lombar e instabilidade pélvica.
E chegou exatamente aos mesmos três requisitos que eu tinha escrito no meu consultório.
Depois fez a parte que eu não conseguia fazer. Construiu-o.
A CINTA QUE AGORA DOU ÀS MINHAS DOENTES
Chama-se CoreVita Instant Relief System.
E é A ÚNICA cinta concebida para entregar os três requisitos para um alívio rápido da dor lombar e da ciática:
✓ ESTABILIZAÇÃO PÉLVICA que apoia as ancas, onde a pressão lombar muitas vezes começa
✓ DESCOMPRESSÃO ESPINHAL que ajuda a tirar pressão da zona lombar e da área ciática irritada
✓ APOIO DIRECIONADO que mantém a zona lombar estável enquanto se senta, está de pé, se curva e caminha
Os três. A trabalhar em conjunto. Automaticamente.
Basta apertá-la em baixo, à volta da bacia, apertar as correias de apoio, e deixar 13 meses de investigação obsessiva — apoiados por 31 anos de experiência prática em coluna — fazer o trabalho.
Sem consultas. Sem copagamentos. Sem complicações.
Só a sua zona lombar a receber finalmente aquilo por que tem estado a gritar:
APOIO. DESCOMPRESSÃO. ALÍVIO.
Pense nela como suporte estrutural para a sua zona lombar sobrecarregada — só que consegue sentir a diferença em apenas 15 minutos.
COMO SE USA NA PRÁTICA
Não há nada para aprender. É isto que digo a todas as doentes.
Passo 1. Coloque a cinta em baixo, à volta da zona lombar e da bacia, exatamente onde a sua coluna lombar precisa de apoio. Não em cima, à volta da cintura.
Passo 2. Aperte as correias de apoio de forma igual até sentir segurança. Firme, mas ainda confortável. Nunca as deixe soltas.
Passo 3. Continue o seu dia.
É tudo.
Pode usá-la durante 15 minutos enquanto lava a loiça, ou mantê-la posta até 8 horas enquanto trabalha, caminha, conduz e se move ao longo do dia.
OS RESULTADOS QUE TÊM OS CIRURGIÕES EM PÂNICO
Nos últimos 13 meses, mais de 27.436 pessoas usaram o CoreVita.
Os resultados?
91% relatam alívio "percetível ou significativo" da dor lombar e ciática em 7 dias.
Mas a minha estatística preferida?
Praticamente ZERO pessoas pediram reembolso por "não ter funcionado."
Veja o que dizem os utilizadores do CoreVita:
"Já estava a pensar em injeções. A minha dor nas costas piorava a cada mês. Usei o CoreVita como último recurso. Quatro meses depois, estou a trabalhar turnos completos outra vez como caixa de supermercado. Consigo estar de pé, andar e curvar-me sem aquela dor aguda a descer pela perna. O meu médico perguntou-me o que tinha mudado. Disse-lhe: apoio."
"Não conseguia estar sentado no camião mais de 20 minutos sem a ciática a arder pela perna direita. Conduzo há 28 anos e achei que estava acabado. Três semanas com o CoreVita, e estou de volta às rotas longas. A minha mulher diz que voltei a andar como eu próprio."
"Tenho 52 anos. Cuidadora há 14 anos. Levantar doentes destruiu-me a zona lombar. Queriam pôr-me em medicação para a dor e injeções. Uso o CoreVita há 3 meses. Consigo aguentar os turnos sem me agarrar às paredes. As colegas mais novas perguntam-me como me movo com tanta facilidade agora. Eu apenas sorrio."
O PREÇO QUE ESTÁ A CAUSAR PÂNICO NA INDÚSTRIA MÉDICA
Deixe-me mostrar-lhe o que gerir a dor nas costas e a ciática REALMENTE custa:
Rota de Cuidados Clínicos Contínuos:
2x por semana durante 6 meses = 48 visitas
45€ por visita, em média
Total: 2.160€ (mais deslocações, faltas ao trabalho e a sua dignidade)
Rota de Gestão da Dor:
Consulta inicial: 80€
Ressonância magnética: 270€
Injeções direcionadas em clínica: 150€–350€ cada (necessárias 3-6 por ano)
Rota de Procedimento Invasivo
Procedimento à coluna lombar: 10.000€–40.000€
6 meses de recuperação (sem remuneração, se for trabalhador independente)
Sem garantia de que resolve a pressão
Possíveis procedimentos de seguimento se falhar
Total: as suas poupanças de uma vida e uma aposta no seu futuro
A indústria médica ADORA estas opções.
Sabe porquê?
Porque continua a voltar.
Alívio temporário = cliente para toda a vida.
É uma mina de ouro construída sobre o sofrimento humano.
Mas eis o que realmente os irrita…
O CoreVita Instant Relief System devia custar 349€.
É o que sistemas de apoio e descompressão semelhantes custam à venda.
Aliás, foi o que o meu protótipo custou a construir.
Mas não criei isto para ficar rico.
Criei-o porque vi a minha mulher Sandra — uma mulher que trabalhou turnos de supermercado durante 24 anos — incapaz de se levantar do chão da própria casa de banho.
Porque a Ana estava prestes a gastar milhares de euros em injeções só para aguentar mais um turno de enfermagem.
Por isso, aqui está o acordo:
O preço normal é 56,99€.
Já mais de 90% mais barato do que UM MÊS de tratamento típico.
Mas não é isso que vai pagar hoje.
OS 30% DE DESCONTO "NA CARA" DO ESTABELECIMENTO MÉDICO
Lembra-se daquelas cartas de intimação que mencionei?
As ameaças? A lista negra?
Bom, acabei de saber que uma grande empresa de dispositivos de coluna está a tentar bloquear a nossa tecnologia por patente.
Não a conseguem copiar. Não nos conseguem comprar. E eu disse-lhes para irem dar uma volta.
Por isso agora estão a tentar enterrar-nos em despesas legais.
A minha resposta?
Vou colocar 3.000 CoreVita à venda com 30% DE DESCONTO.
Isso mesmo.
Apenas 39,99€
Menos do que UMA única sessão de fisioterapia.
Menos do que a sua receita mensal de analgésicos.
Menos do que aquela almofada ergonómica de cadeira a apanhar pó no armário.
Pela ÚNICA cinta concebida para ajudar a resolver a verdadeira origem da dor lombar e da ciática: pressão, instabilidade e falta de apoio.
Porque Faria Isto?
Porque cada pessoa que melhora é um dedo do meio ao sistema corrupto que a mantinha doente.
A MINHA GARANTIA PESSOAL DE 60 DIAS "SEM DOR"
Olhe, eu entendo.
Já foi enganada(o) antes.
Gastou dinheiro em "curas milagrosas" que se revelaram porcaria cara, esquecida no armário.
Por isso, aqui está a minha promessa:
Experimente o CoreVita durante 60 dias.
Use-o todos os dias. Durante 15 minutos ou até 8 horas, se quiser.
Sinta a sua zona lombar apoiada… Sinta a pressão a começar a aliviar… Sinta a sua ciática deixar de controlar cada movimento que faz…
E se não acordar uma manhã a pensar "Nossa, esqueci-me que sequer TINHA dor nas costas"…
Devolvo-lhe cada cêntimo.
Sem formulários para preencher. Sem tretas de "crédito na loja." Sem perguntas.
Basta enviar um e-mail para info@corevita.pt e dizer "não funcionou."
Enviamos-lhe as instruções de devolução, e o seu reembolso é processado rapidamente.
Porque estou tão confiante?
Porque em 14 meses e quase 12.000 utilizadores, a nossa taxa de reembolso é de 0,04%.
O CoreVita foi concebido para a única coisa que a maioria dos tratamentos ignora:
Apoiar a sua bacia, descomprimir a sua zona lombar e tirar pressão da área ciática irritada.
É por isso que as pessoas sentem a diferença tão depressa.
MAS AQUI ESTÁ O SENÃO (E É GRANDE)
Este desconto de 30% termina em 48 horas.
Não porque estou a brincar.
Mas porque os meus advogados são caros, e preciso de capital para lutar contra estes "trolls" de patentes.
Depois de 48 horas, voltamos ao preço normal.
Ainda um roubo. Mas não a 39,99€.
Além disso — e isto é importante — só temos 2.157 unidades do CoreVita a este preço.
O nosso fabricante só consegue produzir um número limitado por semana.
Quando as pessoas começaram a partilhar os seus resultados com dor lombar e ciática no mês passado, quase esgotámos.
…Por isso já não vendemos na Amazon. Não vai encontrar o nosso CoreVita original lá — só imitações baratas. O único sítio onde vendemos é através do nosso site oficial CoreVita.
Se está a ler isto, ainda há unidades disponíveis.
Mas não posso prometer que durem o dia todo.
E eis a questão…
Cada minuto que espera é mais um minuto em que está:
- A alimentar as farmacêuticas
- A enriquecer as clínicas de dor
- A viver com dor lombar e ciática desnecessárias
Enquanto o verdadeiro sistema de apoio está aqui mesmo, por menos do que uma noite fora.
A ESCOLHA QUE VAI DEFINIR A SUA PRÓXIMA DÉCADA
Neste momento, está numa encruzilhada.
Caminho #1: Continuar a Fazer o Que Está a Fazer
Continuar a depender de alívio de curto prazo. Continuar a pagar a alguém para alongar as suas costas sem resultados duradouros. Continuar naquela posição estranha que às vezes ajuda. Continuar a perder momentos de vida porque caminhar, estar de pé ou curvar-se equivale a dor.
Continuar a ser uma vaca leiteira para a indústria da dor nas costas.
Caminho #2: Experimentar Algo Que Realmente Funciona
Gastar menos do que gastaria num jantar fora com bebidas. Obter uma cinta que já ajudou 27.436 pessoas a apoiar a zona lombar e a recuperar o movimento. Resolver a CAUSA RAIZ em vez de mascarar sintomas. Acordar amanhã com esperança em vez de receio.
Juntar-se à revolução contra a exploração da dor nas costas.
A escolha parece-me bastante óbvia.
EIS EXATAMENTE O QUE FAZER A SEGUIR
1. Clique no botão abaixo onde diz "Verificar Disponibilidade Agora →"
2. Escolha o seu pacote (Dica: leve dois. Um para casa e um para o trabalho. Ou ofereça um a alguém que sofra. Vai poupar mais)
3. Preencha os seus dados de envio (a sua encomenda é processada rapidamente, e a entrega demora normalmente 6-10 dias úteis)
4. Aguarde 6-10 dias úteis pelo seu apoio lombar
5. Aperte-o em baixo, à volta da bacia, assim que chegar, e use-o durante pelo menos 15 minutos
6. Envie-nos a sua história de sucesso (a sério, o nosso e-mail de apoio: info@corevita.pt)
Mas faça o que fizer, não feche esta página a pensar "encomendo depois."
Depois não existe quando se está com dores.
Depois é mais uma noite sem dormir.
Depois é mais um dia a estar de pé, sentada(o) ou a caminhar em desconforto.
Depois é o desconto a expirar e as unidades a esgotarem.
A sua zona lombar já esperou tempo suficiente.
Clique abaixo e vamos acabar com este pesadelo.
Com respeito e urgência,Dra. Helena CamposMedicina Física e Reabilitação, 22 Anos
P.S. — A caixa continua no canto do meu consultório. Mantenho-a lá de propósito. Sempre que uma doente me diz que já experimentou tudo, peço-lhe para me mostrar o quê. E quase sempre, é um daqueles quatro.
P.P.S. — O CoreVita foi concebido para ficar em baixo, à volta da bacia, apoiar a zona lombar e tirar pressão da zona lombar ao longo do dia. Simples, discreto, e feito para ser realmente usado, em vez de abandonado ao fim de quatro dias.
P.P.P.S. — Se não fizer nada por si, tem 60 dias para o devolver. Sinceramente, não pode ficar pior do que o que já tem na gaveta.